La Belle et la Bête
Bela tinha um gatinho. um amiguinho peludo inseparável, seu melhor amigo.Já estava até ficando surrado de tanto acompanhar Bela em suas aventuras. Paco era seu confidente, seu guru, seu leal escudeiro. Dormia sufocado nos braços de Bela todas as noites, e acordava jogado no chão frio. Paco nunca reclamou. Sabia que era amado e necessário.
Bela acordava no meio da noite, suando e pedindo socorro porque o monstro dos olhos negros, às vezes, vinha em sua procura e ela tinha que correr, correr, fugir. Às vezes, esticava as mãos na direção de Paco, que tomava forma de gente, e a puxava e a levava voando pra longe.
Ao acordar, pegava Paco que sempre estava jogado sem nunca reclamar, e já o levava para ajudá-la nas tarefas, depois para as brincadeiras, pro chuveiro, pra escola... E Paco foi ficando cada vez mais velho. E Bela crescendo... Paco foi ficando de lado... Até que ela encontrou uma menina linda, de cabelos negros e maria chiquinha, sorrindo e brincando com uma gatinha. Buscou Paco e o deu à ela. Ela adorou, disse que casaria sua gatinha com Paco e viveriam felizes para sempre.
Bela voltou muito satisfeita para casa, só com um apertinho no coração de se separar definitivamente de seu amigo. Mas nessa mesa noite ela sonhou, e seu super herói em forma de gente apareceu para levá-la num passeio às pirâmides do egito. Nada de monstros.
Tempos depois numa cafeteria, sentada lendo um livro e tomando um capuccino, depara-se com uma figura familiar. Teve o ímpeto de levantar e correr, mas percebeu que não estava no sonho em que tinha que fugir do monstro. Era ele, mas não causava mais medo, não precisava mais da ajuda de Paco para escapar, não correria. Tomou seu café mas não tirava os olhos do livro, com receio de encarar aqueles olhos brilhantes. Ele não tirava os olhos dela, a espera de uma oportunidade de dirigir-lhe a palavra.
Não encontrou essa oportunidade. Então, esperou a noite e apareceu mais uma vez nos seus sonhos, onde ela tentou correr mas ele foi mais rápido. Segurou seus braços, olhou nos seus olhos profundamente, aproximou-se devagar, ela foi cedendo, deixou de resistir, reparou na beleza daquele monstro, sentiu seu calor, ele sussurrou algo em seus ouvidos, aproximou seus lábios e a beijou... Demoradamente a beijou.
Bela não se lembra exatamente desse sonho, mas acorda com uma sensação muito boa e com uma vontade enorme de voltar à cafeteria.
Bela acordava no meio da noite, suando e pedindo socorro porque o monstro dos olhos negros, às vezes, vinha em sua procura e ela tinha que correr, correr, fugir. Às vezes, esticava as mãos na direção de Paco, que tomava forma de gente, e a puxava e a levava voando pra longe.
Ao acordar, pegava Paco que sempre estava jogado sem nunca reclamar, e já o levava para ajudá-la nas tarefas, depois para as brincadeiras, pro chuveiro, pra escola... E Paco foi ficando cada vez mais velho. E Bela crescendo... Paco foi ficando de lado... Até que ela encontrou uma menina linda, de cabelos negros e maria chiquinha, sorrindo e brincando com uma gatinha. Buscou Paco e o deu à ela. Ela adorou, disse que casaria sua gatinha com Paco e viveriam felizes para sempre.
Bela voltou muito satisfeita para casa, só com um apertinho no coração de se separar definitivamente de seu amigo. Mas nessa mesa noite ela sonhou, e seu super herói em forma de gente apareceu para levá-la num passeio às pirâmides do egito. Nada de monstros.
Tempos depois numa cafeteria, sentada lendo um livro e tomando um capuccino, depara-se com uma figura familiar. Teve o ímpeto de levantar e correr, mas percebeu que não estava no sonho em que tinha que fugir do monstro. Era ele, mas não causava mais medo, não precisava mais da ajuda de Paco para escapar, não correria. Tomou seu café mas não tirava os olhos do livro, com receio de encarar aqueles olhos brilhantes. Ele não tirava os olhos dela, a espera de uma oportunidade de dirigir-lhe a palavra.
Não encontrou essa oportunidade. Então, esperou a noite e apareceu mais uma vez nos seus sonhos, onde ela tentou correr mas ele foi mais rápido. Segurou seus braços, olhou nos seus olhos profundamente, aproximou-se devagar, ela foi cedendo, deixou de resistir, reparou na beleza daquele monstro, sentiu seu calor, ele sussurrou algo em seus ouvidos, aproximou seus lábios e a beijou... Demoradamente a beijou.
Bela não se lembra exatamente desse sonho, mas acorda com uma sensação muito boa e com uma vontade enorme de voltar à cafeteria.
I close my eyes
and I see your eyes
I'm afraid
I want to run away but I can't do it
I don't know what to do
I know that it can hurt me
but I don't know how to stop
and I see your eyes
I'm afraid
I want to run away but I can't do it
I don't know what to do
I know that it can hurt me
but I don't know how to stop


4 Comments:
Une belle histoire ne peut donc pas être sans un titre. Je suggère: La Belle et la Bête
Comme tu veux...
C'est une excelente idée.
monstro ao invés de mostro. testado o comentario.
Finalmente funcionando...
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